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QUATRO VINHOS TINTOS
MUITO ELEGANTES DA VIU MANENT
SÃO DEGUSTADOS COM LOUVOR
Texto: MÁRCIA ALVES
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A sofisticada sede do Dioniso Clube,
na Alameda Gabriel Monteiro da
Silva, recebeu na noite de 15 de agosto
um seleto grupo de associados
para a degustação de vinhos chilenos da famosa Vinícola Viu Manent, situada
na região do Vale de Colchagua.
Na ocasião, foram servidos quatro
vinhos tintos produzidos pela marca –
Merlot Varietal, Carmenère Varietal, Cabernet Sauvignon Varietal e Syrah
Secreto, todos da safra 2005.
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De volta ao clube, depois de um período
afastado,
Angel D. Zaccaro Conesa resume
sua satisfação
com a nova administração:
"Mudou da água
para o vinho" |
Marcondes Borges, o sommelier do
clube, contou um dado curioso sobre
a história da vinícola chilena. Em
1994 foram descober tas na região
parreiras de carmenère misturadas
aos vinhedos de merlot. Originária
de Bordeaux, na França, a carmenère
estava praticamente extinta
devido a uma praga que devastou
os vinhedos da Europa, no final do
século XIX. Borges informou que,
depois da descoberta, a colheita das
uvas merlot passou a ser feita separadamente das de carmenère.
Muitos sabores
De acordo com o sommelier, as
plantações de merlot, que deram
origem ao Merlot Varietal 2005, têm
mais de cinco anos. Amadurecido
por sete meses em barris de carvalho francês, o vinho
apresenta aroma de
amoras, rum, cereja
madura e um leve
sabor tostado. Já
o Carmenère Varietal 2005, cujas
plantações no vinhedo La Capilla
têm cerca de 16 anos, possuem
“adstringência correta, excelente
persistência e retro-gosto”, na opinião
de Borges.
Em relação ao Cabernet Sauvignon
Varietal 2005, ele destacou a idade
das cepas, que ultrapassam os 50
anos. “Quanto mais antiga a parreira,
mais suas raízes se aprofundam no
solo e mais propriedades o vinho
adquire”. Por último na lista de degustação,
o Syrah Secreto 2005, foi assim
denominado porque apenas 85% de
sua composição são reveladas, sendo
o restante um segredo do produtor. “Diria que esse tinto tem mais potência e personalidade que os demais”,
analisou Borges.
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Convidado, Pedro
Fujiwara (à dir.)
tornou-se
o mais
novo associado do
clube. Ele brinda
a
decisão
com o
diretor comercial,
Antonio Maria
Scudeler |
Avaliação dos associados
Renato Puertas Garcia, associado do
Dioniso Clube há três anos, reconheceu
no Carmenère um sabor “equilibrado,
suave e regulado”. Mas, por
ter gostado mais do Syrah, permaneceu
algum tempo tentando adivinhar
os 15% restantes da composição.
“Acho que é merlot”, arriscou.
Angel D. Zaccaro Conesa contou
que ficou um tempo afastado do
Clube, mas retornou por ocasião da
nova administração. “Mudou da água
para o vinho”, considera. Apreciador
dos vinhos chilenos, ele se surpreendeu com o sabor do
Syrah. Gostou tanto
que pretende encomendar
duas caixas.
Alba Pereira, associada
do Dioniso desde a fundação, está
entusiasmada com as degustações
do clube. “Antigamente, participava
de degustações em hotéis e jantares
maravilhosos, mas o ambiente era
frio”, admite. Agora, a continuar como
está, ela aposta que “o Dioniso se
tornará uma confraria”.
COMO FAZER PARTE
DO CLUBE
Contatos: (11) 5525-2400 ou
relacionamento@dionisoclube.com.br
Taxa de adesão única: R$ 190
(dá direito a participar de todas as
palestras e degustações)
Presente de boas vindas: duas taças
Schott Zwiesel Bordeaux Classic e
uma bolsa térmica para duas garrafas
de vinho*
* Promoção por tempo limitado |
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